Humanos, Graças a Deus!

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REF: 9788553107032 Categorias ,

Detalhes do Livro

Peso 300 g
Dimensões 2 x 16 x 23 cm
Ano da Edição

2018

Idioma

Português

ISBN

978-85-53107-03-2

Número de paginas

192

Sobre o Autor

Jonathan Menezes

Jonathan Menezes

Jonathan Menezes tem formação em Teologia e História, pela Faculdade Teológica Sul Americana e pela Universidade Estadual de Londrina, PR. Atualmente conclui seu doutorado em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Assis-SP. Desde 2006 atua no ensino superior como professor de teologia na Faculdade Teológica Sul Americana, mesmo ano em que foi ordenado pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil. Desde 2008 mantém um blog chamado “Escrever é Transgredir!”, onde publica a maioria de seus ensaios na área de espiritualidade e teologia da cultura. Também publicou capítulos de livros e artigos para revistas (nacionais e internacionais) nas áreas de teoria da história e historiografia, história e filosofia da religião.

Um dos grandes dilemas que eu vejo na igreja cristã e em especial na brasileira, é a sua aspiração de ser divina quando ela deveria ser humana. A igreja “esquece” que ela é composta de gente – gente que chora, pensa, sofre, ri, ganha, perde, luta, abandona – enfim, gente com dilemas e angústias. A igreja nega esse fato com uma pregação que não toma em conta essa realidade, pois afinal o povo de Deus é um povo que caminha de vitórias em vitórias. Essa é a grande beleza dos textos do amigo Jonathan. Você certamente irá se identificar com suas palavras e pensamentos, pois refletem essa nossa jornada humana em direção ao Reino de Deus. Leia, reflita e considere os desafios propostos nesses ensaios.

Antonio Carlos Barro
(Fundador e professor da Faculdade Teológica Sul Americana)

Em tempos de consumismo, alta velocidade, internet e outras formas de aceleração da experiência temporal da vida humana, não é nada fácil escrever um texto teológico sobre a espiritualidade cristã. Em primeiro lugar, por que qualquer coisa que escrevemos fica logo obsoleta pela passagem ultraveloz do tempo. Em segundo, por que qualquer coisa que escrevemos sobre espiritualidade é consumido antropofagicamente e reduzido a um “gostei” ou “não gostei” de leitoras e leitores. Enfim, por que há uma certeza prévia no tocante à incapacidade da teologia se pronunciar sobre um tema tão prático e a-teológico como a espiritualidade. Por isso mesmo, é muito bom que este livro tenha sido escrito e possa ser lido por mais do que apenas a família e o círculo de amizades de seu autor. Este não é um livro para ser descartado assim que chegarmos às suas últimas palavras. Não é auto-ajuda secular disfarçada de espiritualidade cristã. Não é teologia tentando reduzir a espiritualidade ao âmbito da intelectualidade. Ah! Não é também a última palavra sobre o tema. O texto de Jonathan é uma reflexão pessoal e teológica sobre os riscos de ser cristão em nossos dias. É teologia e testemunho simultaneamente. Dá testemunho da possibilidade de caminhar espiritualmente em um mundo totalmente dominado pelo deus-dinheiro. Reflete criticamente sobre os riscos de confundir espiritualidade com auto-grandeza, ou com emocionalismo, ou com doutrinismo. É livro para ser lido e relido. Para ser pensado e discutido. Para ser ruminado. No mínimo, por que nos ajuda a perguntar como ser espiritual sem deixarmos de ser humanos. E esta pergunta é fundamental e indispensável. Se o Espírito de Deus fez do homem-Deus Jesus alguém para quem “nada do que é humano lhe era estranho”, precisamos dEle para que nós, meramente humanos, aprendamos a não estranharmos nada do que nos é próprio enquanto humanidade que caminha na força do Espírito.

Júlio Zabatiero
(Professor da Faculdade Teológica Sul Americana)

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